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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

EDUCAÇÃO AMBIENTAL FORMAL

Educação ambiental formal
Aquela compreendida no âmbito da rede de ensino regular, cujos objetivos estão distribuídos por uma malha curricular, multidisciplinar, envolvendo atividades de ensino regular, extra-classe, núcleos de estudos ambientais ou centros interdisciplinares. Abrange 1º, 2º e 3º graus, envolvendo professores, estudantes e funcionários da rede escolar.
publicado por LUCIANO às 23:03
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Educação ambiental
Todo o processo educativo, que utiliza metodologias diversas, alicerçadas em base científica, com objetivo de formar indivíduos capacitados a analisar, compreender e julgar problemas ambientais, na busca de soluções que permitam ao homem coexistir de forma harmoniosa com a natureza. (2) Processo de aprendizagem e comunicação de problemas relacionados à interação dos homens com seu ambiente natural. É o instrumento de formação de uma consciência, através do conhecimento e da reflexão sobre a realidade ambiental (FEEMA/ Assessoria de Comunicação, informação pessoal, 1986). (3) O processo de formação e informação social orientado para: (I) o desenvolvimento de consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais, tanto em relação aos seus aspectos biofísicos, quanto sociais, políticos, econômicos e culturais; (II) o desenvolvimento de habilidades e instrumentos tecnológicos necessários à solução dos problemas ambientais; (III) o desenvolvimento de atitudes que levem à participação das comunidades na preservação do equilíbrio ambiental (Proposta de Resolução CONAMA nº02/85). (4) Unidade formada pela comunidade. (9) Conjunto de atividades e idéias que levam o homem a conhecer e utilizar os recursos do ambiente de modo sustentado. A educação ambiental deve ser entendida como o processo de formação social orientado para o desenvolvimento de consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais, tanto em relação a seus aspectos biofísicos quanto sociais, políticos, econômicos e culturais; desenvolvimento de habilidades e instrumentos tecnológicos necessários à solução dos problemas ambientais; desenvolvimento de atividades que levem à participação das comunidades na busca do equilíbrio ambiental.
publicado por LUCIANO às 23:01
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ECOTURISMO

Ecoturismo
Turismo feito em pequena escala, respeitando o meio ambiente natural. (2) Atividade turística que utiliza, de forma responsável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambiental através da interpretação do ambiente, estimulando o desenvolvimento socioeconômico das populações envolvidas (MMA). (3) Segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas.
publicado por LUCIANO às 22:58
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ECÓTONO

Ecótono
Região de transição entre dois ecossistemas diferentes. (2) Transição entre duas ou mais comunidades diferentes; é uma zona de união ou um cinturão de tensão que poderá ter extensão linear considerável, porém mais estreita que as áreas das próprias comunidades adjacentes. A comunidade do ecótono pode conter organismos de cada uma das comunidades que se entrecortam, além dos organismos característicos (ODUM, 1972). (3) Encontro de dois ecossistemas diferentes; zona de transição florística (ARRUDA et allii, 2001). (4) Zona de contato ou transição entre duas formações vegetais com características distintas (Resolução CONAMA 012/94). (5) Região de transição entre dois ecossistemas diferentes ou entre duas comunidades. Nessa região a fauna é mais rica e mais abundante que nas biocenoses adjacentes, cujas espécies se misturam mais ou menos. Este efeito é conhecido pelo nome de efeito de borda (Glossário Ibama, 2003).
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publicado por LUCIANO às 22:56
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ECÓTIPO

Ecótipo
Em genecologia, população (raça) local de uma espécie que apresenta características botânicas peculiares, que surgem como resposta do genótipo às características ecológicas típicas do ambiente local. O ecótipo resulta de uma adaptação muito estreita da planta ao ambiente local, onde a deriva genética pode revelar-se como um agente seletivo de maior importância que os demais agentes da seleção natural. Ecótipos freqüentemente mantêm suas características peculiares, quando transplantados clonalmente para ambientes distintos, o que sugere um forte comando genético na origem desta forma de vida. O ecótipo é uma de quatro categorias biossistemáticas (ecótipo, ecoespécie, coenoespécie, �comparium�), categorias estas usadas em genecologia e baseadas no relacionamento de fertilidade entre as mesmas. O termo ecótipo é freqüentemente mal aplicado por causa de distintas interpretações por autores. A percepção de que o ecótipo é uma morfologia peculiar a determinado ambiente (ex.: dunas arenosas; encostas alpinas) e que se repete neste ambiente para outras famílias botânicas, levou mais recentemente à definição de que o ecótipo corresponde a �raças ecológicas paralelas� (paralelismo ecotípico), em que se constata um forte vínculo entre a forma biológica apresentada (geófito, terófito, etc.), o hábito (erva, arbusto etc.) e o hábitat da espécie. O ecótipo, por esta interpretação, representaria uma morfologia estandardizada que se associa a um tipo de hábitat. Assim, existem vários tipos de ecótipos, um mesmo tipo, podendo eventualmente ocorrer em grupos botânicos sem qualquer parentesco filogenético. (2) São populações de espécies de grande extensão geográfica, localmente adaptadas e que possuem graus ótimos e limites de tolerância às condições do lugar (ODUM, 1972). (3) Raça cujas características a tornam adaptada a um determinado ambiente.
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publicado por LUCIANO às 22:52
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ECOSSISTEMA

Ecossistema
Ambiente em que há a troca de energia entre o meio e seus habitantes. (2) É o conjunto dos seres vivos e do seu meio ambiente físico, incluindo suas relações entre si. (3) Complexo sistema de relações mútuas entre os fatores bióticos (organismos vivos) e fatores abióticos (elementos físicos e químicos do ambiente) que interagem entre si, havendo transferência de energia e matéria entre esses componentes. (4) Sistema integrado e autofuncionante que consiste em interações de elementos bióticos e abióticos; seu tamanho pode variar consideravelmente (USDT, 1980). (5) A comunidade total de organismos, junto com o ambiente físico e químico no qual vivem se denomina ecossistema que é a unidade funcional da ecologia (BERON, 1981). (6) (a) sistema formado pelas comunidades biológicas em integração com os fatores do meio (b) Complexo dinâmico de comunidades vegetais, animais e de microorganismos e o seu meio inorgânico, que interagem como uma unidade funcional (ARRUDA et allii, 2001). (7) Unidade de organização biológica composta de seres vivos em relação com o meio físico em que vivem. Esta unidade é definida pelo seu funcionamento, isto é, pelo conjunto das interrelações dinâmicas e funcionais existentes entre todos os seus constituintes (PELT, 1991). (8) Sistema maberto que inclui, em uma certa área, todos os fatores físicos e biológicos (elementos bióticos e abióticos) do ambiente e suas interações, o que resulta em uma diversidade biótica com estrutura trófica claramente definida e na troca de energia e matéria entre esses fatores (FEEMA, 1997). (9) Conjunto integrado de fatores físicos e bióticos (referente aos seres vivos) que caracterizam um determinado lugar, estendendo-se por um determinado espaço de dimensões variáveis. Unidade que, abrangendo o conjunto de seres vivos e todos os elementos que compõem determinado meio ambiente, é considerada um sistema funcional de relações interdependentes no qual ocorre uma constante reciclagem de matéria e um constante fluxo de energia (Glossário Ibama, 2003).
publicado por LUCIANO às 22:49
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ECORREGIÃO

Ecorregião
Representa um território geograficamente definido, constituído por comunidades naturais que compartilham a grande maioria de suas espécies, a dinâmica ecológica, as condições ambientais e cujas interações ecológicas são cruciais para sua persistência a longo prazo (ARRUDA et allii, 2001).
publicado por LUCIANO às 22:46
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ECOLOGIA APLICADA

Ecologia aplicada
Disciplina que estuda ecossistemas florestais, procurando minimizar os efeitos da ação humana sobre eles. Tem por objetivo proteger a flora, a fauna e os mananciais, além de administrar parques e reservas florestais e elaborar relatórios de impacto ambiental.
publicado por LUCIANO às 22:44
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ECONOMIA AMBIENTAL

Economia ambiental
Ramo da economia que está se desenvolvendo e forma, por um lado, proporcionar a valoração dos bens e recursos naturais cabíveis e, por outro, construir uma metodologia de inserção dos bens ambientais no Planejamento e na Economia. Visa a tornar o sistema natural parte integrante das economias e do planejamento de uma forma geral.
publicado por LUCIANO às 22:41
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ECOLOGIA

Ecologia
Ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente que os cerca. (2) O termo Ecologia foi criado por Hernest Haekel (1834-1919) em 1869, em seu livro ¨Generelle Morphologie des Organismen¨, para designar o estudo das relações de um organismo com seu ambiente inorgânico ou orgânico, em particular, o estudo das relações do tipo positivo ou amistoso e do tipo negativo (inimigos) com as plantas e animais com que convive (HAEKEL apud MARGELEF, 1980). (3) Ecologia é a ciência ou o estudo dos organismos em sua casa, isto é em seu meio, define-se como o estudo das relações dos organismos, ou grupos de organismos, com seu meio. Está em maior consonância com a conceituação moderna definir Ecologia como estudo da estrutura e da função da natureza, entendendo-se que o homem dela faz parte (ODUM, 1972). (4) Disciplina biológica que lida com o estudo das interações dinâmicas dos componentes bióticos e abióticos do meio ambiente (USDT, 1980). (5) É a ciência que estuda a integração dos seres vivos com ambiente orgânico e inorgânico e as formas de relação que garantem o equilíbrio e a perpetuidade dos sistemas que compõem o planeta. (6) Ciência que estuda as interações dos seres vivos entre si e com o ambiente onde vivem; do grego (oikos: casa). Como ciência individualizada é muito nova: a designação foi criada em 1876, pelo naturalista alemão Hernest Haeckel; ecólogo é quem estuda ecologia; ecologista ou ambientalista é quem milita em defesa do ambiente; a expressão defesa da ecologia deve ser evitada porque tem sentido pouco exato: equivale a dizer, por exemplo, defesa da matemática.
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publicado por LUCIANO às 22:38
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ECODESENVOLVIMENTO

Ecodesenvolvimento
Visão moderna de desenvolvimento que procura utilizar os conhecimentos culturais, biológicos, sociais e políticos de uma região, evitando a agressão ao meio ambiente. (2) O ecodesenvolvimento se define como um processo criativo de transformação do meio com a ajuda de técnicas ecologicamente prudentes, concebidas em função das potencialidades deste meio, impedindo o desperdício inconsiderado dos recursos, e cuidando para que estes sejam empregados na satisfação das necessidades de todos os membros da sociedade, dada a diversidade dos meios naturais e dos contextos culturais. (3) É uma técnica de planejamento que busca articular dois objetivos. Por um lado, objetivo do desenvolvimento, a melhoria da qualidade de vida, através do incremento da produtividade; por outro, o objetivo de manter em equilíbrio o ecossistema onde se realizam essas atividades (SAHOP, 1978). (4) Visão moderna do desenvolvimento consorciado com o manejo dos ecossistemas, procurando utilizar os conhecimentos já existentes na região, no âmbito cultural, biológico, ambiental, social e político, evitando-se, assim, a agressão ao meio ambiente (Glossário Ibama, 2003).
publicado por LUCIANO às 22:36
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ECO 92

ECO 92
Conferência Internacional das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que foi realizada no estado do Rio de Janeiro em 1992. A Eco 92 proclamou que os seres humanos estão no centro das preocupações sobre desenvolvimento sustentável e têm direito a uma vida saudável, produtiva e em harmonia com a natureza. (2) Denominação comum da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de 1992, denominada internacionalmente de 1992 Earth Summit on Environment and Development. Aconteceu em junho de 1992, na cidade do Rio de Janeiro. Foi a maior reunião já realizada em toda a história humana por qualquer motivo. A Rio-92 reuniu mais de 120 Chefes de Estado, e representantes no total de mais de 170 países. Foram elaborados cinco documentos, assinados pelos Chefes de Estado e representantes: a Declaração do Rio, a Agenda 21, a Convenção sobre Diversidade Biológica, a Convenção sobre Mudança do Clima e a Declaração de Princípios da Floresta.
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publicado por LUCIANO às 22:33
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DIVERSIDADE GENÉTICA

Diversidade genética
Variabilidade na formação genética de diferentes indivíduos de uma mesma espécie; assegura a sobrevivência da espécie; assegura a sobrevivência da espécie a longo prazo pois, com todos os genes iguais, os indivíduos ficam igualmente expostos a adversidades, tornando a espécie uniformemente vulverável.
publicado por LUCIANO às 22:29
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DIVERSIDADE BIOLÓGICA

Diversidade biológica
Variedade entre organismos vivos de todas a origens, incluindo ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais eles fazem parte. Isso inclui diversidade dentre uma mesma espécie, entre espécies diferentes e entre ecossistemas. (2) É a variedade de genótipos, espécies, populações, comunidades, ecossistemas e processos ecológicos existentes em uma determinada região. Isto significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas (ARRUDA et allii, 2001). (3) Variedade de indivíduos, comunidades, populações, espécies e ecossistemas existentes em uma determinada região (Resolução CONAMA 012/94). (4) Variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos; inclui ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas.
publicado por LUCIANO às 22:27
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DIVERSIDADE

Diversidade
Usado atualmente em vários sentidos. (1) Número de espécies que ocorrem em uma amostra tirada em uma unidade de área, volume de água, certo número de indivíduos, etc; ou que são apanhados por um certo tipo de armadilha em uma unidade de tempo ("diversidade alfa"). (2) O grau de rotatividade (mudança) em espécies ao longo de um gradiente ecológico ("diversidade beta"). (3) O número total de espécies em uma paisagem contendo um ou mais gradientes ecológicos ("diversidade gama"). (4) Índice que representa o aumento de espécies com aumento do tamanho da amostra. (5) Alguma função combinando riqueza de espécies com equitabilidade.
publicado por LUCIANO às 22:23
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DIREITO ECOLÓGICO

Direito ecológico
É o conjunto de técnicas, regras e instrumentos jurídicos sistematizados e informados por princípios apropriados, que tenham por fim a disciplina do comportamento relacionado ao meio ambiente (MOREIRA NETO, 1975).
publicado por LUCIANO às 22:20
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DIREITO AMBIENTAL

Direito ambiental
Distingue-se de legislação ambiental, por considerar, além do conjunto de textos dos diplomas e normas legais em vigor, as jurisprudências e demais instrumentos da ciência jurídica aplicados ao meio ambiente. A denominação Direito Ambiental é mais adequada; a espressão Direito Ecológico pode levar a que se limite sua aplicação ao Direito dos Ecossistemas (BALLESTEROS, 1982). (2) Complexo de princípios e normas reguladoras das atividades humanas que, direta ou indiretamente, possam afetar a sanidade do ambiente em sua dimensão global, visando à sua sustentabilidade para as presentes e futuras gerações (Édis Milaré).
publicado por LUCIANO às 22:18
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DIÓXIDO DE ENXOFRE

Dióxido de enxofre
Gás incolor, de odor desagradável e bastante irritante. Em virtude de sua elevada temperatura de evaporação, é utilizado em máquinas frigoríficas, na conservação de alimentos, no polvilhamento contra parasitas e como meio de impedir a putrefação e a fermentação. Origina-se da queima de combustíveis fósseis que contenham enxofre ou derivados, como o petróleo e o carvão.
publicado por LUCIANO às 22:16
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DIÓXIDO DE CARBONO

Dióxido de carbono
Gás incolor, incombustível e de odor e gosto suavemente ácidos, que entra em pequena parcela na constituição da atmosfera, sendo a única fonte de carbono para as plantas clorofiladas. Em si não é venenoso e sua presença no ar em até 2,5% não provoca danos, mas em uma porcentagem de 4 a 5% causa enjôo e a partir de 8%, aproximadamente, torna-se mortal. (2) Símbolo químico: CO2, gás incolor, produzido pela respiração animal, pela fermentação e pela queima de hidrocarbonetos; é absorvido pelas plantas durante a fotossíntese e eliminado por elas na ausência de luz; o percentual de dióxido de carbono na atmosfera da Terra é pequeno, mas está aumentando, fato que pode intensificar o efeito estufa.
publicado por LUCIANO às 22:13
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DINÂMICA COSTEIRA

Dinâmica costeira
Os principais agentes naturais de dinâmica costeira são gerados por forças astronômicas, impulsivas, meteorológicas. As forças astronômicas são responsáveis pelas marés, que causam mudanças periódicas no nível do mar, e portanto, modificam as larguras das faixas de praia nas quais atuam outros processos. As forças impulsivas são responsáveis pelos terremotos, deslizamentos subaéreos e erupções vulcânicas que podem provocar, por exemplo, tsunamis, que podem ocasionar mudanças catastróficas na zona costeira. As ondas são os principais agentes ligados as forças meteorológicas que, por sua vez, podem ser refratadas, difratadas ou refletidas ou mesmo absorvidas durante a sua propagação na zona costeira. Por outro lado, o homem é hoje em dia um agente muito importante de dinâmica costeira. No Japão, por exemplo, mais de 25% da linha costeira são providos de algum tipo de estrutura artificial construída pelo homem, tais como diques, espigões, quebra-mares e portos.
publicado por LUCIANO às 22:11
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BIODIGESTOR

BIODIGESTOR INDIANO
Digestor ou Biodigestor
Equipamento para a digestão de matérias orgânicas, em particular lodos das estações de tratamento biológico de águas servidas. Trata-se de grandes cubas cilíndricas às vezes combinadas com uma parte inferior cônica para espessamento dos lodos, enquanto a parte superior estanque permite a captação dos gases da digestão (LEMAIRE & LEMAIRE, 1975). (2) É um tanque, normalmente fechado, onde, por meio de decomposição anaeróbica, há uma diminuição do volume de sólidos e estabilização de lodo bruto (BRAILE, 1983). (3) Tanque no qual o lodo é colocado para permitir a decomposição bioquímica da matéria orgânica em substâncias mais simples e estáveis (ACIESP, 1980).
publicado por LUCIANO às 22:07
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DIAGNÓSTICO AMBIENTAL

Diagnóstico ambiental
Estudo dos agentes causadores da degradação ambiental de uma determinada área, de seus níveis de poluição, bem como dos condicionantes ambientais agravadores ou redutores dos efeitos provocados no meio ambiente. (2) De um modo geral, as diversas legislações nacionais de proteção ambiental e seus procedimentos determinam a realização de estudos sobre as condições ambientais da área a ser efetada por um projeto ou ação, como parte do relatório de impacto ambiental, definindo sua abrangência de acordo com o conceito de meio ambiente estabelecido por lei - A legislação brasileira oficializou a expressão " diagnóstico ambiental da área " para designar esses estudos, no item correspondente ao conteúdo mínimo do Relatório de Impacto Ambiental - RIMA (art. 18, 1º, Decreto 99.274/90). (3) Interpretação da situação de qualidade de um sistema ambiental ou de uma área, a partir do estudo das interações e da dinâmica de seus componentes, quer relacionados aos elementos físicos e biológicos, quer aos fatores sócio-culturais (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 22:04
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DESMATAMENTO

Desmatamento/ desflorestamento
Prática de corte, capina ou queimada que leva à retirada da cobertura vegetal existente em determinada área, para fins de pecuária, agricultura ou expansão urbana. (2) Destruição, corte e abate indiscriminado de matas e florestas, para comercialização de madeira, utilização dos terrenos para agricultura, pecuária, urbanização, qualquer obra ou atividade econômica ou obra de engenharia. São derrubadas de grandes quantidades de árvores, sem a reposição devida, em que provocam desfolhamento e intemperismo (CARVALHO, 1981). (3) Corte, capina ou queimada que destrói a cobertura florestal de uma dada região, dando lugar à criação de pasto, às terras agricultáveis ou à expansão urbana. (4) Remoção permanente de uma floresta; desfloramento.
publicado por LUCIANO às 22:02
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DESERTIFICAÇÃO

Desertificação
Transformação de terras cultiváveis em desertos pelo manejo incorreto do solo. O fenômeno resulta na redução do potencial agrícola do planeta. (2) Processo de degradação do solo, natural ou provocado por remoção da cobertura vegetal ou utilização predatória, que devido a condições climáticas e edáficas peculiares, acaba por transformá-lo em um deserto; a expansão dos limites de um deserto. Alterações ecológicas que despojam a terra de sua capacidade de sustentar as atividades agropecuárias e a habitação humana (SAHOP, 1978). (3) Alterações ecológicas que despojam a terra de sua capacidade de sustentar as atividades agropecuárias e a habitação humana (SAMOP, 1978). (4) Fenômeno de transformação de áreas anteriormente vegetadas em solos inférteis devido a ações antrópicas, como mau uso e exploração da terra. Pode também ocorrer por processos naturais, como, por exemplo, devido a um ressecamento climático, que é uma diminuição de umidade por período dos longos de tempo. (5) Degradação da terra nas zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas, resultantes de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas (Decreto 2.741, de 20 de agosto de 1998).
publicado por LUCIANO às 21:59
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO

Desenvolvimento sustentado (ONU)
Definido pela Comissão Brundtland - ONU como sendo desenvolvimento social, econômico e cultural, que atende às demandas do presente sem comprometer as necessidades do futuro. Desenvolvimento sem comprometimento dos ecossistemas. (2) É o desenvolvimento que atende da melhor forma possível as necessidades atuais e futuras do homem, sem afetar o ambiente e a diversidade biológica.
publicado por LUCIANO às 21:57
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DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

Degradação ambiental
Prejuízos causados ao meio ambiente, geralmente resultante de ações do homem sobre a natureza. Um exemplo é a substituição da vegetação nativa por pastos. (2) Termo usado para qualificar os processos resultantes dos danos ao meio ambiente, pelos quais se perdem ou se reduzem algumas de suas propriedades, tais como a qualidade ou a capacidade produtiva dos recursos ambientais. (3) Degradação da qualidade ambiental - a alteração adversa das características do meio ambiente (Lei nº 6.938/81, art. 3º, II). (4) A degradação do ambiente ou dos recursos naturais é comumente considerada como decorrência de ações antrópicas, ao passo que a deterioração decorre, em geral, de processos naturais. (5) Processo gradual de alteração negativa do ambiente, resultante de atividades humanas; esgotamento ou destruição de todos ou da maior parte dos elementos de um determinado ambiente; destruição de um determinado ambiente; destruição de um recurso potencialmente renovável; o mesmo que devastação ambiental (Glossário Ibama, 2003).
publicado por LUCIANO às 21:54
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DEGRADAÇÃO

Degradação
Rebaixamento da superfície de um terreno por processos erosivos, especialmente pela remoção de materiais através da erosão e do transporte por água corrente, em contraposição a agradação. (2) Alteração adversa das características do meio ambiente (Lei 6.938/81). (3) Processos resultantes dos danos ao meio ambiente, pelos quais se perdem ou se reduzem algumas de suas propriedades, tais como, a qualidade ou capacidade produtiva dos recursos ambientais (Decreto 97.632/89). (4) Processo pelo qual substâncias complexas são transformadas em substâncias mais simples.
publicado por LUCIANO às 21:52
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DECOMPOSITORES

Decompositores
Organismos heterótrofos, que decompõem as substâncias complexas do protoplasma morto absorvendo parte dos produtos decompostos, libertando substâncias simples e utilizáveis pelos produtores. (2) Microrganismos (fungos ou bactérias) que obtêm alimentos mdiante a decomposição de matéria orgânica; essencial para a continuidade da vida na Terra.
publicado por LUCIANO às 21:49
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DECOMPOSIÇÃO

Decomposição
Em Biologia - Processo de conservação de organismos mortos, ou parte destes, em substâncias orgânicas e inorgânicas, através da ação escalonada de um conjunto de organismos (necrófagos, detritívoros, saprófafos, decompositores e saprófitos propriamente ditos) (ACIESP, 1980). Em Geomorfologia - Alterações das rochas produzidas pelo intemperismo químico (GUERRA 1978).
publicado por LUCIANO às 21:45
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DECANTAÇÃO

Decantação
Processo utilizado na depuração da água e dos esgotos, obtido geralmente pela redução da velocidade do líquido, através do qual o material suspenso se deposita. É usado em tratamento das águas para remoção de determinadas impurezas. (2) Separação, pela ação da gravidade, das matérias em suspensão em um líquido de menor densidade. A velocidade de decantação depende da concentração (ela é favorecida pela diluição) e da dimensão das partículas ou dos aglomerados obtidos por coagulação ou floculação. A decantação se aplica à depuração das águas residuárias, através do emprego de tanques retangulares ou de decantadores circulares que funcionam de modo contínuo (LEMAIRE & LAMEIRE, 1975). (3) Procedimento de depuração pelo qual passa a água para tratamento, que consiste em agrupar em flocos as impurezas em suspensão. Esse processo acontece no floculador, um tanque para retirar as impurezas contidas nas águas de distribuição e nas águas residuárias urbanas e industriais.
publicado por LUCIANO às 21:43
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DDT


DDT
O mais conhecido e mais usado inseticida de hidrocarboneto clorado: foi o primeiro inseticida desse tipo a ser proibido em 1972, nos Estados Unidos; é perigoso por sua toxicidade e por sua persistência; no Brasil, um projeto de lei em tramitação no CONGRESSo Nacional, de autoria do Senador Tião Viana, proibe a fabricação, a importação, a exportação, a manutenção em estoque, a comercialização e o uso do DDT (diclorodifeniltricloretano), produto químico presente em inseticidas, em todo o território nacional.
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publicado por LUCIANO às 21:39
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DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO - DBO

DBO - Demanda Bioquímica de Oxigênio
Quantidade de oxigênio utilizada pelos microorganismos na degradação bioquímica de matéria orgânica. É o parâmetro mais empregado para medir poluição. (2) Demanda bioquímica de oxigênio; quantidade de oxigênio de que os organismos necessitam para decompor as substâncias orgânicas; medida para avaliar o potencial poluidor das águas residuais.
publicado por LUCIANO às 21:37
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DATAÇÃO POR RADIOCARBONO

Datação por radiocarbono
Determinação de idade de materiais que contém carbono (concha, madeira, carvão, etc.) pela medida da proporção de radiocarbono (14C). O método tem comumente um alcance máximo de cerca de 30.000 anos e, portanto, permite datar somente os últimos eventos do Quaternário, sendo empregado em pesquisas arqueológicas e de geologia do Quaternário Recente. A idade ao radiocarbono é referida ao ano de 1950, sendo representada do seguinte modo: 6.000 ± 150 anos aprox. Alguns laboratórios dispõem de meios para concentração prévia do 14C, o que permite obter idades de cerca de 70.000 anos.
publicado por LUCIANO às 21:34
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DANO NUCLEAR

Dano nuclear (JAPÃO)
Dano pessoal ou material produzido como resultado direto ou indireto das propriedades radioativas, da sua combinação com as propriedades tóxicas ou com outras características dos materiais nucleares, que se encontrem em instalação nuclear, ou dela procedentes ou a ela enviados (Lei 6.453/77).
publicado por LUCIANO às 21:32
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CORREDORES ECOLÓGICOS

Corredores ecológicos
As porções dos ecossistemas naturais ou semi-naturais, ligando unidades de conservação e outras áreas naturais, que possibilitam entre elas o fluxo de genes e o movimento da biota, facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas, bem como a manutenção de populações que demandam, para sua sobrevivência, áreas com extensão maior do que aquela das unidades individuais (ARRUDA et allii, 2001). (2) Termo adotado pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação; porções de ecossistemas naturais ou seminaturais que ligam unidades de conservação, possibilitando o fluxo de genes e o movimento da biota entre elas, facilitando a dispersão de espécies, a recolonização de áreas degradadas e a manutenção de populações que precisam, para sua sobrevivência, de áreas maiores do que as disponíveis nas unidades de conservação.
publicado por LUCIANO às 21:28
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CORREDOR ENTRE REMANESCENTES

Corredor entre remanescentes
Faixa de cobertura vegetal existente entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio médio e avançado de regeneração, capaz de propiciar habitat ou servir de área de trânsito para a fauna residente nos remanescentes, sendo que a largura do corredor e suas demais características, serão estudadas pela Câmara Técnica Temporária para Assuntos da Floresta Atlântica e sua definição se dará no prazo de 90 (noventa) dias (Resolução CONAMA 010/93). (2) Caracteriza-se como sendo faixa de cobertura vegetal existente entre remanescentes de vegetação primária em estágio médio e avançado de regeneração, capaz de propiciar habitat ou servir de área de trânsito para a fauna residente nos remanescentes. Os corredores entre remanescentes constituem-se pelas matas ciliares em toda sua extensão, pelas faixas marginais definidas por lei e pelas faixas de cobertura vegetal existentes nas quais seja possível a interligação de remanescentes, em especial, às unidades de conservação e áreas de preservação permanente (Resolução CONAMA 009/96).
publicado por LUCIANO às 21:26
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CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA

Convenção sobre a Diversidade Biológica
Convenção firmada durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento - a Rio- 92, realizada em 1992, no Rio de Janeiro. O tema da convenção - a conservação da diversidade biológica e a utilização sustentável dos seus componentes - já não é novo nas agendas diplomáticas. Em junho de 1972 durante o Ambiente da Humanidade, em Estocolmo, e na primeira sessão do Conselho Governamental para o novo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (1973), a " conservação da natureza, da vida selvagem e dos recursos genéticos", já fora identificada como uma área prioritária. Desde então, as negociações para o estabelecimento de um mecanismo legal para regular as questões relacionadas à conservação da biodiversidade foram fortemente influenciadas pelo crescente reconhecimento internacional da necessidade de uma partilha justa e equitativa dos benefícios provenientes da utilização dos recursos genéticos. A Convenção sobre a Diversidade Biológica expressa claramente esses princípios nos seus objetivos: a conservação da diversidade biológica, a utilização sustentável dos seus componentes e a partilha justa e equitativa dos benefícios provenientes da utilização dos recursos genéticos. Com a Convenção, a conservação da diversidade biológica deixou de ser encarada apenas em termos de proteção das espécies ou dos ecossistemas ameaçados. Em seus termos, estão presentes a necessidade de conciliar a preocupação do desenvolvimento com a conservação e de estabelecer igualdade e partilha de responsabilidades entre os países detentores de grande diversidade biológica e os países ricos, usuários dessa diversidade. Os principais elementos da Convenção são: cooperação científica e técnica, acesso aos recursos financeiros e genéticos e as transferências de tecnologias limpas.
publicado por LUCIANO às 21:22
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CONVENÇÃO DO CLIMA

Convenção do Clima
Convenção Quadro das Nações UNidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC), aprovada em 9 de maio de 1992 e firmada na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Rio-92, por 154 países e a Comunidade Ecnômica Européia; o Brasil foi o primeiro país signatário. A Convenção, que desde então vm sendo ratificada por um crescente número de países, entrou em vigor no dia 21 de março de 1994, noventa dias depois de completar a ratificação pelo parlamento de cinqüenta países. No Brasil, a Convenção foi ratificada pelo CONGRESSo em 28 de fevereiro de 1994 e entrou em vigor em 29 de maio do mesmo ano. Até 7 de setembro de 2000, 186 países haviam se tornado Partes da Convenção. A Convenção reconhece a mudança do clima como uma preocupação comum da humanidade e propõe uma estratégia global para proteger o sistema climático para gerações presentes e futuras. Tem como objetivo principal estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático, assegurando que a produção de alimentos não seja ameaçada e que o crescimento econômico prossiga de modo sustentável.
publicado por LUCIANO às 21:20
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CONTROLE BIOLÓGICO

Controle biológico
Utilização de inimigos naturais para reduzir a população de um organismo considerado prejudicial. (2) O controle das pragas e parasitas pelo uso de outros organismos (não inseticidas e drogas), por exemplo, diminuir pernilongos pela criação de peixes que ingerem larvas (GOODLAND, 1975). Utilização da vulnerabilidade natural de um organismo para controlar sua reprodução, mediante a introdução de predadores, visando à redução ou eliminação do uso de produtos químicos para os mesmos objetivos.
publicado por LUCIANO às 21:18
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CONTROLE AMBIENTAL

Controle ambiental
Conjunto de ações tomadas visando a manter em níveis satisfatórios as condições do ambiente. O termo pode também se referir à atuação do Poder Público na orientação, correção, fiscalização e monitoração ambiental de acordo com as diretrizes administrativas e as leis em vigor.
publicado por LUCIANO às 21:16
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CONTAMINAÇÃO

Contaminação
A ação ou efeito de corromper ou infectar por contato. Termo usado, muitas vezes, como sinônimo de poluição, porém, quase sempre empregado em relação direta à efeitos sobre a saúde do homem. (2) Introdução, no meio, de elementos em concentrações nocivas à saúde humana, tais como: organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou radioativas.
publicado por LUCIANO às 21:13
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CONSUMIDORES

Consumidores
Organismos heterótrofos, na maioria animais, que ingerem outros organismos ou partículas da matéria orgânica. (2) É o animal que se alimenta de outros seres vivos. Os consumidores primários (herbívoros) se alimentam dos vegetais; os consumidores secundários (carnívoros) se alimentam de outros animais. O conjunto formado pelos organismos consumidores e produtores constitui a cadeia alimentar dos ecossistemas.
publicado por LUCIANO às 21:10
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CONSERVAÇÃO EX SITU

Conservação Ex situ
Ação de conservar a variação genética das espécies fora de suas comunidades naturais. Desdobra-se em várias modalidades, entre as quais conservação in vitro, em coleções a campo, em câmaras frias e em nitrogênio líquido. Acredita-se que o material genético mantido sob estas condições, longe de seu meio natural, esteja menos sujeito à ação de forças seletivas e, portanto, leva desvantagem sob o ponto de vista de adaptação, se reintroduzido em seu habitat natural. Essa teoria, muito aceita na literatura recente, ainda carece de confirmação experimental convincente.
publicado por LUCIANO às 21:06
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CONSERVAÇÃO IN SITU

Conservação in situ
Ação de conservar plantas e animais em suas comunidades naturais. As unidades operacionais são várias, destacando-se parques nacionais, reservas biológicas, reservas genéticas, estações ecológicas e santuários de vida silvestre . Acredita-se que o material vivendo sob estas condições está sob influência direta das forças seletivas da natureza e, portanto, em contínua evolução e adaptação ao ambiente, desfrutando de uma vantagem seletiva em relação ao material que cresce ou é conservado sob condições ex situ. (2) Conservação de ecossistemas e hábitats naturais e a manutenção e recuperação de populações viáveis de espécies em seus meios naturais e, no caso de espécies domesticadas ou cultivadas, nos meios onde tenham desenvolvido suas propriedades características (Lei 9.985/2000, art. 2.º VII).
publicado por LUCIANO às 21:03
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CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

Conservação da natureza
Utilização racional dos recursos naturais renováveis (ar, água, solo, flora e fauna) e um rendimento máximo dos não renováveis (jazidas minerais), de modo a produzir o maior benefício sustentado para as gerações atuais, mantendo suas potencialidades a fim de satisfazer as necessidades das gerações futuras. (2) A proteção de recursos naturais renováveis e seu manejo para utilização sustentada e de rendimento ótimo (CIESP, 1980). (3) Entende-se por conservação da natureza o manejo da biosfera, compreendendo a preservação, manutenção, utilização sustentável, restauração e melhoria do ambiente natural (ARRUDA et allii, 2001). (4) Manejo do uso da natureza, compreendendo a preservação, a manutenção, a utilização sustentável, a restauração e a recuperação do ambiente natural, para que possa produzir, em bases sustentáveis, o maior benefício, às atuais gerações, mantendo seu potencial de satisfazer às necessidades e aspirações das gerações futuras e garantindo a sobrevivência dos seres vivos em geral; não é sinônimo de preservação porque está voltada para o uso humano da natureza, em bases sustentáveis, enquanto a preservação visa à proteção a longo prazo das espécies, habitats e ecossistemas.
publicado por LUCIANO às 20:59
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CONSERVAÇÃO - CONSERVATION

Conservação
Em sentido amplo, é o conjunto de atividades e políticas que asseguram a contínua disponibilidade e existência de um recurso. (2) Em sentido mais restrito, é o armazenamento e a guarda do germoplasma em condições ideais, permitindo a manutenção de sua integridade. (3) A conservação engloba a preservação, que é usada para germoplasma, armazenado em temperaturas criogênicas. (4) É a ação de reunir atividades de preservação, manutenção, utilização sustentada, restauração e melhoria do meio ambiente, de forma a produzir o maior benefício sustentado para as gerações atuais e, ao mesmo tempo, manter sua potencialidade para satisfazer as necessidades e aspirações das gerações futuras e a sobrevivência das espécies vegetais e animais e de seu ambiente natural. (5) Entende-se por conservação da natureza o manejo da biosfera, compreendendo a preservação, a manutenção, a utilização sustentável, a restauração e a melhoria do ambiente natural, para que este possa produzir o maior benefício, em bases sustentáveis, às atuais gerações, mantendo seu potencial de satisfazer as necessidades e aspirações das gerações futuras e garantindo a sobrevivência dos seres vivos em geral (ARRUDA et allii, 2001).
publicado por LUCIANO às 20:39
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CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA)

Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)
Criado pela Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n° 6938 de 31.08.81), teve sua composição, organização, competência e funcionamento estabelecidos pelo Poder Executivo através do Decreto n° 88351 de 01.06.83 e modificados pelo Decreto n° 91305 de 03.06.85. O CONAMA é o Órgão Superior do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) com função de assistir o Presidente da República na Formulação de Diretrizes de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n° 6938/81). Após a vigência do Decreto n° 91305/85, o CONAMA é composto por 71 membros: o Ministro de Estado do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, que preside; 28 representantes de 18 Ministérios; o Secretário da SEMA, seu Secretário Executivo, representantes dos Governos dos Estados, Territórios e Distrito Federal; os Presidentes das Confederações Nacionais dos Trabalhadores no Comércio, na Indústria e na Agricultura; os Presidentes das Confederações Nacionais do Comércio, da Indústria e da Agricultura, os Presidentes da ABES e da FBCN; os presidentes de duas associações civis de defesa do meio ambiente; representantes de cinco entidades da sociedade civil ligadas à preservação da qualidade ambiental, sendo uma de cada região geográfica do País. O CONAMA constitui-se do Plenário, de Câmaras Técnicas, constituídas por membros conselheiros, com poder deliberativo, das Comissões Especiais, para assessoramento ao Plenário, e da Secretaria Executiva. As competências do CONAMA incluem o estabelecimento de todas as normas técnicas e administrativas para a regulamentação e a implementação da Política Nacional do Meio Ambiente e a decisão, em grau de recurso das ações de controle ambiental da SEMA.
publicado por LUCIANO às 20:34
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CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS (CNRH)

Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH)
Órgão máximo da política nacional de recursos hídricos; colegiado que tem funções deliberativas e consultivas; constituído por 30 membros, sob a presidência do Ministro do Meio Ambiente, assim distribuídos: 13 representantes do Governo Federal (Ministérios de Agricultura, Pecuária e Abasteciemtno; Ciência e Tecnologia; Fazenda; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Justiça; Defesas (Comando a Marinha); Meio Ambiente; Planejamento, Orçamento e Gestão; Relações Exteriores; Saúde; Transportes; Integração Nacional e Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República); um representante de cada uma das seguintes instituições: Agência Nacional de Águas; Agência Nacional de Energia Elétrica; entidades de ensino e pesquisa, e organizações não-governamentais; um representante dos conselhos estaduais de recursos hídricos de cada região do País; cinco representantes de usúarios de recursos hídricos (irrigantes, serviços de água e esgoto, geração de energia elétrica, indústrias, setor hidroviário e pescadores e atividades de lazer e turismo); e um representante de comitês, consórcios e associações intermunicipais de bacias hidrográficas.
publicado por LUCIANO às 20:29
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CONSELHO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS (CERH)

Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH)
Órgão deliberativo e normativo central do Sistema Estadual de Gerenciamento dos Recursos Hídricos; formado por 29 membros, sob a presidência do Secretário Estadual de Meio Ambiente, assim distribuídos: 14 representantes de Instituições do Poder Executivo; dois representantes da Assembléia Legislativa; três representantes de Municípios; quatro representantes de setores usuários; ao CERH cabe, entre outras atribuições: a) estabelecer princípios e diretrizes da Política Estadual de Recursos Hídricos; b) aprovar o Plano Estadual de Recursos Hídricos; c) arbitrar e decidir conflitos entre comitês de bacia hidrográfica; d) instituir comitês de bacia. e) reconhecer as unidades executivas descentralizadas integrantes ao Sistema Estadual de Gerenciamento dos Recursos Hídricos.
publicado por LUCIANO às 20:26
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CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE (CEMA)

Conselho Estadual de Meio Ambiente (CEMA)
Colegiado que tem por função a formulação da Política Estadual de Meio Ambiente; é formado por 23 membros, assim distribuídos: a) 12 titulares de órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual; b) quatro representantes das instituições universitárias públicas e privadas de ensino superior do Estado do Paraná; c) dois representantes das instituições universitárias públicas e privadas de ensino superior do Estado do Paraná; d) dois representantes das categorias patronais; e) dois representantes ds trabalhadores; f) um representante dos Secretários Municipais de Meio Ambiente.
publicado por LUCIANO às 20:23
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COMUNIDADE PIONEIRA - PIONEERING COMMUNITY

Comunidade pioneira
Conjunto de organismos colonizadores; primeira fase na sucessão ecológica. (2) Comunidade que inicia uma sucessão ecológica; as primeiras populações ou espécies que se instalam numa região que sofreu desflorestamento (Glossário Ibama, 2003).
publicado por LUCIANO às 20:20
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COMUNIDADE OU BIOCENOSE - COMMUNITY OR BIOCENOSE

Comunidade ou biocenose
Um grupo de animais e vegetais, mutuamente acoplados que povoam uma mesma zona natural. Todas as populações que ocupam uma área.(2) Conjunto de populações interdependentes que vivem em determinada área geográfica. Por viverem no mesmo local, dependem dos mesmos fatores físicos e químicos. Como exemplos, temos a comunidade de uma floresta e a de um lago, entre outras. (3) Conjunto de organismos de duas ou mais espécies que têm relações ecológicas mútuas e com o meio físico-químico ambiente (MARTINS, 1978). (4) Conjunto de populações que habitam uma área determinada; representa o componente vivo de um ecossistema (BERON, 1981). (5) Um conjunto de organismos, em um ecossistema, cuja composição e aspecto são determinados pelas propriedades do ambiente e pelas relações de uns organismos com os outros. O componente biológico de um ecossistema (ACIESP, 1980). (6) Conjunto de animais ou vegetais existentes numa determinada área ou volume. Todos os seres vivos que habitam certa área possuem relações recíprocas e são independentes de outros grupos. As associações vegetais e as populações animais são comunidades bióticas. Atualmente existe uma tendência para substituir este termo pelo de Biocenosis. Grupo de pessoas, parte de uma sociedade maior, que vive em uma determinada área e mantêm alguns interesses e características comuns. (7) Ou comunidade biótica. Conjunto de organismos (biocenoses) que compartilham o mesmo habitat ou área de alimentação.
publicado por LUCIANO às 20:17
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COMUNIDADE BIÓTICA

Comunidade biótica, comunidade biológica
Um conjunto de organismos, em um ecossistema, cuja composição e aspecto são determinados pelas propriedades do ambiente e pelas relações de uns organismos com os outros. O componente biológico de um ecossistema.
publicado por LUCIANO às 20:15
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COMPOSTO ORGÂNICO - ORGANIC COMPOSITION

Composto orgânico
É um produto homogêneo obtido através de processo biológico pelo qual a matéria orgânica existente nos resíduos é convertida em outra, mais estável, pela ação principalmente de microorganismos já presentes no próprio resíduo ou adicionado por meios de inoculantes.
publicado por LUCIANO às 20:11
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COMPOSTAGEM

COMPOSTAGEM

Compostagem
Reaproveitamento da fração orgânica do lixo transformando-o em adubo orgânico. (2) Técnica que consiste em deixar fermentar uma mistura de restos orgânicos vegetais e animais, a fim de se obter um produto homogêneo (o composto) de estrututra grumosa, muito rica em humos e microorganismos, que é incorporada ao solo a fim de melhorar a estrutura deste, as suas características e a riqueza em elementos fertilizantes. (3) Método de tratamento dos resíduos sólidos (lixo), pela fermentação da matéria orgânica contida nos mesmos, conseguindo-se a sua estabilização, sob a forma de um adubo denominado " composto". Na compostagem normalmente sobram cerca de 50% de resíduos, os quais devem ser adequadamente dispostos. (4) Trata-se da produção de adubo orgânico, esta técnica compreende a elaboração de uma mistura de restos de seres vivos capaz de maximizar a fertilidade do solo.
publicado por LUCIANO às 20:08
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COMPACTAÇÃO DO SOLO - COMPACTING OF THE GROUND

COMPACTAÇÃO DO SOLO - COMPACTING OF THE GROUND
Decréscimo volumétrico dos sedimentos em conseqüência do esforço compressivo, usualmente exercido por superposição de sedimentos cada vez mais jovens em uma bacia sedimentar. Efeito semelhante pode ser produzido por ressecação e outras causas. (2) Operação de redução do volume de materiais empilhados, notadamente de resíduos. A compactação de resíduos urbanos, matérias plásticas, seguida de revestimentos de asfalto ou cimento, é preconizada como solução para eliminação de certos rejeitos, para uso como material de construção. Quando do despejo controlado de resíduos urbanos, utiliza-se por vezes um método chamado compactação de superfície (LEMAIRE & LEMAIRE, 1975).
publicado por LUCIANO às 20:05
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COMITÊ DE BACIA - BASIN COMMITTEE

Comitê de bacia
Órgãos regionais e setoriais, deliberativos e normativos de bacias hidrográficas; segundo a Lei Estadual n.° 12.729/99, do Paraná, o Comitê de Bacia Hidrográfica é composto por: representantes das instâncias regionais das instituições públicas estaduais com atuação em meio ambiente, recursos hídricos e desenvolvimentos sustentáveis; representantes dos municípios, de organizações da sociedade civil com atuação regional na área de recursos hídricos e dos usuários; tem, entre outras, as seguintes funções: a) promover o debate das questões relacionadas a recursos hídricos e articular a atuação das entidades intervenientes; b) arbitrar, em primeira instânia administrativa, os conflitos relacionados aos recursos hídricos; c) aprovar o Plano de Recursos Hídricos da bacia hidrográfica; d) acompanhar a execução do Plano de Recursos Hídricos da Bacia e sugerir as providências necessárias ao cumprimento de suas metas; d) propor critérios e normas gerais para a outorga dos direitos de uso dos recursos hídricos; e) aprovar proposta de mecanismo de cobrança pelo uso de recursos hídricos e dos valores a serem cobrados.
publicado por LUCIANO às 20:01
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COMBUSTÍVEL FÓSSIL - FOSSIL FUEL

Combustível fóssil
Derivados do petróleo � gasolina, óleo diesel e óleos combustíveis, o gás natural e o carvão mineral. Eles são chamados de combustíveis fósseis porque são derivados dos remanescentes da plantas e animais antigos. Quando um combustível fóssil é queimado, libera energia e também provoca a liberação de gases poluentes. (2) Materiais combustíveis derivados de formações orgânicas fossilizadas, encontrados em determinadas formações geológicas muito antigas, gerados sob condições ambientais especiais. Carvão mineral, linhito, turfa, gás natural e petróleo são combustíveis fósseis.
publicado por LUCIANO às 15:11
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COLETA SELETIVA - IT COLLECTS SELECTIVE

Coleta seletiva
Forma diferenciada de coletar os resíduos onde o lixo seco ou reciclável é separado na origem e recolhido em coleta especial. (2) Recolhimento diferenciado de materiais descartados, previamente selecionados nas fontes geradoras, com o objetivo de encaminhá-los para reciclagem, compostagem, reúso, tratamento e outras destinações alternativas, como aterros e incineração. (3) Sistema de coleta de lixo, onde são recolhidos materiais recicláveis, previamente separados na fonte geradora. São considerados materiais recicláveis: Metal: latas de alimetos e bebiodas, tampinhas, arames, pregos, fios, objetos de alumínio, bronze, ferro, chumbo e zinco; Vidro: garrafas, potes, jarros, vidros de conserva, vidros de produtos de limpeza, frascos em geral; Papel: jornais, listas telefônicas, folhetos, revistas, folhas de rascunho, cadernos, papéis de embrulho, caixas de papelão, caixas de leite e sucos; Plásticos: garrafas, tubos de creme, frascos, baldes, bacias, brinquedos, saquinhos de leite.
publicado por LUCIANO às 15:07
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COLEÇÃO ATIVA

Coleção ativa
Coleção de acessos que é rotineiramente usada para propósitos de pesquisa, caracterização, avaliação e utilização de materiais. A coleção ativa é multiplicada de acordo com a demanda pelo germoplasma por parte de pesquisadores, como melhoristas, e regenerada periodicamente. O caráter dinâmico da coleção ativa é indicado pelo fato de que acessos entram e saem de seu inventário, conforme decisões gerenciais. No caso de eliminação de acessos, estes podem (ou não) vir a integrar a coleção base, que é maior em escopo que a coleção ativa. A coleção ativa, geralmente, funciona em dois ciclos: plantas vivas crescendo no campo e sementes armazenadas para regeneração ou multiplicação de materiais. A coleção ativa deve corresponder a um subconjunto da coleção base.
publicado por LUCIANO às 08:00
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CÓDIGO FLORESTAL

Código Florestal
Instituído pela Lei n.° 4771/65, estabelece em seu artigo 1.° que as florestas existentes no território nacional e as cobre, demais formas de vegetação, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos os habitantes do País, exercendo-se os direitos de propriedade, com as limitações que a legislação em geral e especialmente estabelecem.
publicado por LUCIANO às 07:55
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COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA

Cobrança pelo uso da água
Instituída pela Lei Federal n.° 9.433/77, baseada no princípio usuário-pagador, a cobrança pelo uso da água atinge os usuários da água bruta, tanto aquele que capta a água para diversos usos quanto ao que usa a água como diluidor de seus efluentes; a cobrança pelo uso da água pelo usuário tem como objetivos principais: reconhecer a água como bem econômico; incentivar a racionalização, do seu uso e obter recursos financeiros, os quais serão aplicação proprietária na bacia hidrográfica onde foram gerados, colaborando-se diretamente para a melhoria ambiental da região; também prevista na Lei Estadual n.°12.726/99, do Paraná.
publicado por LUCIANO às 07:51
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COALESCÊNCIA

Coalescência
As gotículas maiores, tendo maior velocidade de queda em relação às outras, colidem com as menores que estão em seu caminho. Em linguagem informal, as gotículas maiores "atropelam" as menores, ocorrendo o que se pode chamar de coalescência. As gotículas de nuvem, através do processo de colisão e coalescência, crescem até atingir o tamanho de gotas. Ao deixar a base da nuvem, essas gotas são chamadas de gotas de chuva e iniciam sua queda em direção à superfície.
publicado por LUCIANO às 07:48
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CNEN - COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR

CNEN
Comissão Nacional de Energia Nuclear. É uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Criada em 10 de outubro de 1956, estabelece normas e regulamentos em radioproteção e segurança nuclear, licencia, fiscaliza e controla a atividade nuclear no Brasil.
publicado por LUCIANO às 07:45
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CLOROFLUORCARBONO (CFC)

Clorofluorcarbono (CFC)
Composto químico gasoso, cuja molécula é composta dos átomos dos elementos cloro, flúor e carbono, de onde vêm suas iniciais. Constitui um gás de alto poder refrigerante e também um dos principais componentes na produção de espumas. (2) Gás utilizado em geladeiras, espumas e aerossóis, os quais, ao que tudo indica, degradam a camada de ozônio. (3) Principal gás utilizado em sprays e aerosóis, sistemas de refrigeração, como solventes industriais, na produção de espumas elásticas e de extintores de incêndio e que destrói a camada de ozônio. (4) Clorofluorcarbono; classe de compostos orgânicos que contém carbono, cloro e fluor; freon é o nome comercial de um clorofluorcarbono. Usado como propelente em aerossóis, compressores de geladeiras, na fabricação de espumas e para a limpeza de placas de circuito de computadores. Os CFCs não são tóxicos, mas estão sendo abolidos porque se acumulam na atmosfera superior, onde a luz solar os transforma em agentes químicos que destroem a superfície da terra da radiação ultravioleta do Sol, muito prejudicial apra os seres vivos.
publicado por LUCIANO às 07:41
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CLÍMAX

Clímax
Última comunidade ou estágio em que termina uma sucessão vegetal (isto é, que se reproduz e não dá lugar a outra comunidade). O clímax está em equilíbrio com o ambiente, enquanto o clima permanece mais ou menos igual e as forças geológicas não mudam o substrato apreciavelmente. Há vários tipos, entre os quais: clímax edáfico, clímax climático e disclímax. (2) Em ecologia é o estágio final da sucessão de uma comunidade vegetal, em certa área, atingida sob determinadas condições ambientais, especialmente as climáticas e pedológicas, na qual a composição das espécies e a estrutura das comunidades bióticas são consideradas estáveis, embora a longo prazo, a evolução e as alterações dos processos ecológicos naturais possam vir a causar mudanças. No clímax ocorre um relativo equilíbrio metabólico entre produção primária e respiração. É o estágio final da sucessão. As diferentes etapas evolutivas de uma sucessão variam de acordo com o início da mesma, mas terminam sempre numa etapa de equilíbrio a que se dá o nome de clímax (MARTINS, 1978). (3) Quando o conjunto de seres vivos de um ecossistema estável encontra-se em equilíbrio com o meio (MARGALEF, 1980). (4) Fase final de sucessão de um ecossistema em que as comunidades de animais e plantas permanecem em estado relativo de autoperpetuação. (5) Biocenose estável, em equilíbrio com o meio; última etapa no processo de sucessão.
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publicado por LUCIANO às 07:38
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CLIMA - CLIMATE

CLIMA - CLIMATE

Clima
Sucessão habitual dos diversos fenômenos meteorológicos observáveis, caracterizados pelas médias anuais de seus valores e pelo modo e amplitude da variação deles. (2) Estado da atmosfera expresso principalmente por meio de temperaturas, chuvas, insolação, nebulosidade etc. Os climas dependem fortemente da posição em latitude do local considerado e do aspecto do substrato. Assim, fala-se de climas polares, temperados, tropicais, subtropicais, desérticos etc. As relações entre os climas e a ecologia são evidentes: recursos agrícolas, fauna e flora, erosão, hidrologia, consumo de energia, dispersão atmosférica de poluentes, condições sanitárias, contaminação radioativa. Algumas características climáticas podem aumentar consideravelmente a exposição aos poluentes, ao favorecer a formação fotoquímica de produtos nocivos (LEMAIRE & LEMAIRE, 1975).
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publicado por LUCIANO às 07:34
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CLASSE DA ÁGUA - CLASSROOM OF THE WATER

Classe da água
Categoria de um corpo de água que especifica o seu uso preponderante em função de características definidas por padrões de qualidade das águas. No Brasil, a classificação é feita de acordo com a Resolução nº 20/86 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). (2) Classificação de rios e outros corpos de água doce conforme padrões de qualidade estabelecidos pela Resolução CONAMA n° 20 de 18 de junho de 1986; são cinco as classes de rio: um rio de Classe 1 possui ótima qualidade de água.
publicado por LUCIANO às 07:29
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CINTURÃO VERDE

Cinturão verde
Faixa de terra, usualmente de alguns quilômetros, no entorno de áreas urbanas, preservada substancialmente como espaço aberto. Seu objetivo é prevenir expansão excessiva das cidades e processos de conturbação, trazendo ar fresco e espaço rural não degradado para o mais perto possível dos moradores das cidades. (2) Área de extensão, nos arredores de zonas urbanas, preservada essencialmente como espaço aberto, cuja finalidade é evitar o crescimento desordenado e excessivo das cidades.
publicado por LUCIANO às 07:26
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CICLO HIDROLÓGICO

Ciclo hidrológico
Mecanismo de transferência contínua da água existente na Terra, dos oceanos e dos próprios continentes para a atmosfera em forma de vapor e, em seguida, precipitando sobre os continentes como chuva ou neve e finalmente retornando aos oceanos através dos rios. Este ciclo envolve vários reservatórios naturais, entre os quais as partículas aquosas se movem com o passar do tempo. Destes, o maior reservatório são os oceanos que contém 97% de todas as águas meteóricas, sendo seguidas pelas geleiras com 2,25%. As águas subterrâneas representam uma parcela relativamente pequena (0,75%), porém ainda bem maiores do que os rios e lagos, que representam apenas 0,01%.
publicado por LUCIANO às 07:21
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CICLO DO NITROGÊNIO

Ciclo do nitrogênio
O nitrogênio constitui 78% da atmosfera da terra, mas só pode ser aproveitado como fonte de energia para os seres vivos depois de transformado em nitrato pela ação de bactérias. Os nitratos, solúveis em água, são captados pelas raízes das plantas, que por sua vez o repassam aos animais. Outras bactérias transformam parte do nitrato que não é consumido pelas plantas novamente em gás nitrogênio, completando o ciclo.
publicado por LUCIANO às 07:17
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CICLO DO CARBONO - CYCLE OF CARBON

Ciclo do carbono
O carbono é encontrado nos corpos de todos os seres vivos, nos oceanos, no ar e no solo. No ar, combinado com o oxigênio, forma o dióxido de carbono (CO²). As plantas retiram o carbono do ar, transformando-o em carboidratos, uma fonte de energia para os animais. No solo, nos ossos e nas carcaças dos animais, o carbono é encontrado como carbonato de cálcio. O carbono volta à atmosfera por meio da decomposição.
publicado por LUCIANO às 07:14
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