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Domingo, 20 de Abril de 2008

MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)
Também conhecido como CDM (Clean Development Mechanism) foi incorporado ao Protocolo de Kyoto a partir de uma proposta brasileira. O MDL consiste no financiamento de projetos que possam gerar reduções certificadas de emissão, que serão creditadas ao país investidor que, por conseguinte, estaria cumprindo parte de suas obrigações mediante a concretização deste investimento.
publicado por LUCIANO às 23:58
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MATRIZ DE INTERAÇÃO

Matriz de interação
Método de avaliação de impacto ambiental que consiste na elaboração de matrizes que dispõem, em um dos eixos, os fatores ambientais e, no outro, as diversas ações realizadas para a implantação de um projeto. Nas quadrículas definidas pela intercessão das linhas e colunas, assinalam-se os prováveis impactos diretos de cada ação, sobre cada fator ambiental, identificando-se o conjunto de impactos diretos a serem gerados e destacando-se tanto os múltiplos efeitos de cada ação como a soma das ações que se combinam para afetar um determinado fator ambiental (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 23:55
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MATAS CILIARES

Matas ciliares
Vegetação arbórea que se desenvolve ao longo das margens dos rios, beneficiando-se da umidade ali existente. (2) É a mata das margens dos rios, lagos, represas, córregos e nascentes, é a chamada faixa de preservação.
publicado por LUCIANO às 23:53
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MATA ATLÂNTICA

Mata Atlântica
Formações florestais (Floresta Ombrófila Densa Atlântica, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Aberta, Floresta Estacional Semi-decidual, Floresta Estacional Decidual) e ecossistemas associados inseridos no domínio Mata Atlântica (Manguezais, Restingas, Campos de Altitude, Brejos Interioranos e Encraves Florestais no Nordeste), com as respectivas delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil, IBGE 1988 (Decreto 750/93).
publicado por LUCIANO às 23:47
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MARÉ VERMELHA

Maré vermelha
É uma floração. É uma antibiose ou um amensalismo onde o fator biológico de base é a seleção biológica, resultante da dominância de uma só espécie. A floração surge quando os organismos responsáveis estão no próprio plâncton, como acontece com os dinoflagelados, que impedem a fotossíntese das diatomáceas, sobrepondo-se a elas, além de destruí-las com suas toxinas (CARVALHO, 1981).
publicado por LUCIANO às 23:46
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MARÉ NEGRA

Maré negra
Termo usado pelos ecologistas para designar as grandes manchas de óleo provenientes de desastres com terminais de óleo e navios petroleiros, e que, por vezes, poluem grandes extensões da superfície dos oceanos (CARVALHO, 1981).
publicado por LUCIANO às 23:43
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MANGUEZAL

Manguezal
Sistema ecológico costeiro tropical, dominado por espécies vegetais típicas (mangues), às quais se associam outros organismos vegetais e animais. Os mangues são periodicamente inundados pelas marés e constituem um dos ecossistemas mais produtivos do planeta. (2) São ecossistemas litorâneos, que ocorrem em terrenos baixos sujeitos à ação da maré, e localizados em áreas relativamente abrigadas, como baías, estuários e lagunas. São normalmente constituídos de vasas lodosas recentes, às quais se associa tipo particular de flora e fauna (FEEMA, proposta de Decreto de regulamentação da Lei n° 690/84). (3) É o conjunto de comunidades vegetais que se estendem pelo litoral tropical, situadas em reentrâncias da costa, próximas à desembocadura de cursos d´água e sempre sujeitas à influência das marés (Del. CECA n° 063, de 28.02.80). (4) Vegetação halófita tropical de mata (ou, raramente, escrube) de algumas poucas espécies especializadas que crescem na vasa marítima da costa ou no estuário dos rios (às vezes chamado mangue, mas esta palavra propriamente pertence às plantas e não à comunidade) (ACIESP, 1980). (5) Terreno baixo, junto à costa marítima, sujeito a inundação da maré, na quase totalidade constituído de vasas ou lamas de depósitos recentes. Os mangues constituem importantes bases da cadeia alimentar. (6) Ecossistema situado em áreas costeiras tropicais, como estuários e lagunas, regularmente inundado por água salobra (ARRUDA et alii, 2001). (7) Vegetação com influência flúvio-marinha, típica de solos limosos de regiões estuarinas e dispersão descontínua ao longo da costa brasileira, entre os Estados do Amapá e Santa Catarina. Nesse ambiente halófito, desenvolveu-se uma flora especializada, ora dominada por gramíneas (Spartina) e amarilidáceas (Crinum), que lhe confere uma fisionomia herbácea, ora dominada por espécies arbóreas dos gêneros Rhizophora, Laguncularia e Avicenia. De acordo com dominância de cada gênero, o manguezal pode ser classificado em mangue vermelho (Rhizophora), mangue branco (Laguncularia) e mangue siriúba (Avicenia) os dois primeiros colonizando os locais mais baixos e o terceiro os locais mais altos e afastados da influência das marés. Quando o mangue penetra em locais arenosos denomina-se mangue seco (Resolução CONAMA 010/93).
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publicado por LUCIANO às 23:40
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MANEJO FLORESTAL

Manejo florestal
Administração da unidade de manejo florestal para obtenção de produtos, serviços e benefícios econômicos e sociais, respeitando-se os mecanismos para sua sustentação ambiental. (2) Prática pela qual o homem interfere em formações florestais com o objetivo de promover mais rapidamente sua regeneração ou de atingir de maneira mais eficiente a produção de bens florestais do seu interesse. (3) Aplicação de métodos econômicos e princípios técnicos da dasonomia (ciência e prática de toda contituição e manejo da floresta e da utilização de seus produtos) na operação de uma empresa florestal. No campo prático abrange as atividades de ordenar (planejar) e controlar a empresa florestal pela gerência. No campo científico o manejo florestal elabora técnicas e métodos de planejamento e controle da empresa florestal.
publicado por LUCIANO às 23:37
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MANEJO DO SOLO

Manejo do solo
Soma total de todas as operações de cultivo, práticas culturais, fertilização, correção e outros tratamentos, conduzidos ou aplicados a um solo, que visam à produção de plantas.
publicado por LUCIANO às 23:35
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MANEJO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Manejo de unidades de conservação
É o conjunto de ações e atividades necessárias ao alcance dos objetivos de conservação de áreas protegidas, incluindo as atividades fins, tais como proteção, recreação, educação, pesquisa e manejo dos recursos, bem como as atividades de administração ou gerenciamento. O termo gestão de uma unidade de conservação pode ser considerado sinônimo de manejo da mesma (ARRUDA et alii, 2001).
publicado por LUCIANO às 23:34
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MANEJO DE RECURSOS AMBIENTAIS

Manejo de recursos ambientais
É o ato de intervir, ou não, no meio natural com base em conhecimentos científicos e técnicos, com o propósito de promover e garantir a conservação da natureza. Medidas de proteção aos recursos, sem atos de interferência direta nestes, também fazem parte do manejo (ARRUDA et alii, 2001).
publicado por LUCIANO às 23:31
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MANEJO DE ÁREAS SILVESTRES

Manejo de áreas silvestres
Estratégia de intervenção em determinados sistemas, contemplando o desenvolvimento integral dos recursos existentes na área, proporcionando os produtos e serviços de acordo com as necessidades econômicas, sociais e culturais do povo, com o mínimo de alterações no ecossistema, garantindo-se a produtividade biológica original.
publicado por LUCIANO às 23:28
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MANEJO AMBIENTAL - AMBIENT HANDLING


Manejo ambiental
Conjunto de atividades e práticas que, harmonicamente executadas, permitem o desenvolvimento sócio-econômico e a conservação ambiental. (2) Programa de utilização dos ecossistemas, naturais ou artificiais, baseado em teorias ecológicas que contemplam a manutenção da biodiversidade e o aumento da produção de insumos necessários à vida na região (produção agrícola, energética, pecuária), além de propiciarem o conhecimento científico e atividades de lazer.
publicado por LUCIANO às 23:25
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MANEJO - HANDLING

Manejo
É o ato de intervir ou não no meio natural com base em conhecimentos científicos e técnicos, com o propósito de promover e garantir a conservação da natureza. Medidas de proteção aos recursos, sem atos de interferência direta nestes, também fazem parte do manejo (ARRUDA et alii, 2001). (2) Aplicação de programas de utilização dos ecossistemas, naturais ou artificiais, baseada em princípios ecológicos, de modo que mantenha da melhor forma possível as comunidades vegetais e/ou animais como fontes úteis de produtos biológicos para os humanos e também como fontes de conhecimento científico e de lazer. (3) Todo e qualquer procedimento que vise assegurar a conservação da diversidade biológica e dos ecossistemas (Lei n.º 9.985/2000, art. 2.º, VIII). (4) Programa de utilização dos ecossistemas, naturais ou artificiais, baseado em teorias ecológicas que contemplem a manutenção da biodiversidade e o aumento da produção de insumos necessários à vida na região (produção agrícola, energética, pecuária), além de propiciar o conhecimento científico e atividades de lazer. O planejamento, a manipulação, o consumo e o controle de um determinado recurso (Glossário Ibama, 2003).
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publicado por LUCIANO às 23:23
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MANANCIAL - SOURCE

Manancial
Qualquer corpo d´água, superficial ou subterrâneo, utilizado para abastecimento humano, animal ou irrigação. Conceitua-se a fonte de abastecimento de água que pode ser, por exemplo, um rio, um lago, uma nascente ou poço, proveniente do lençol freático ou do lençol profundo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). (2) Qualquer extensão d´água, superficial ou subterrânea, utilizada para abastecimento humano, industrial, animal ou irrigação.
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publicado por LUCIANO às 23:20
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LODO ATIVADO - ACTIVATED SILT

Lodo ativado
Processo de tratamento de esgotos que utiliza equipamentos mecânicos para insuflar oxigênio na massa líquida e promover a formação de colônias de bactérias aeróbicas, com vistas ao aumento da eficiência do tratamento em áreas de pequena extensão. (2) Lodo que foi aerado e sujeito à ação de bactérias, usado para remover matéria orgânica do esgoto (The World Bank, 1978). (3) Floco de lodo produzido em água residuária bruta ou sedimentada, formado pelo crescimento de bactérias do tipo zoogléa e outros organismos, na presença de oxigênio dissolvido. O lodo é mantido em concentração suficiente pela circulação de flocos previamente formados (ABNT, 1973).
publicado por LUCIANO às 23:18
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LODGE

Lodge
Meios de hospedagem ambiental e ecológico que estejam localizados em áreas de selva ou de outras belezas naturais preservadas; que estejam integrados à paisagem local, sem qualquer interferência ao meio; que situem-se em locais fora dos centros urbanos e que ofereçam a seus usuários instalações, equipamentos e serviços simplificados, próprios ou contratados, destinados ao transporte para o local, hospedagem, alimentação, e programas voltados à integração com o meio ambiente e o aproveitamento turístico (EMBRATUR)
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publicado por LUCIANO às 23:15
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LOCAL DE INTERESSE TURÍSTICO - PLACE OF TOURIST INTEREST

Local de interesse turístico - LIT
São trechos do território nacional, compreendidos ou não em áreas especiais, destinados por sua adequação ao desenvolvimento de atividades turísticas, e à realização de projetos específicos, e que compreendam: (a) bens não sujeitos a regime específico de proteção; (b) os respectivos entornos de proteção e ambientação (Lei nº 6.513/77).
publicado por LUCIANO às 23:12
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LIXO ATÔMICO - ATOMIC GARBAGE

Lixo atômico
Nome que se dá aos resíduos industriais de origem radioativa ou química que oferecem riscos ao meio ambiente. Também é chamado de lixo tóxico. (2) Resíduos radioativos e químicos de difícil estocagem e/ou inativação que constituem um dos maiores problemas das sociedades industrializadas.
publicado por LUCIANO às 23:07
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LIXO - GARBAGE

Lixo
Resíduos sólidos produzidos e descartados, individual ou coletivamente, pela ação humana, animal ou por fenômenos naturais, nocivos à saúde, ao meio ambiente e ao bem-estar da população. (2) Todo tipo de sobra de víveres e resíduos resultantes da faxinas e trabalhos rotineiros nos navios, portos organizados, instalações portuárias, plataformas e suas instalações de apoio (Lei 9966/00).
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publicado por LUCIANO às 23:04
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LIXIVIAÇÃO

Lixiviação
Processo físico de lavagem das rochas e solos pelas águas das fortes chuvas (enxurradas) decompondo as rochas e carregando os sedimentos para outras áreas, extraindo, dessa forma, nutrientes e tornando o solo mais pobre. (2) Processo que sofrem as rochas e solos, ao serem lavados pelas águas das chuvas. Nas abundantes regiões equatoriais, e nas áreas de clima úmido, com abundantes precipitações sazonais, verificam-se, com maior facilidade, os efeitos da lixiviação. (3) Lavagem do solo pela chuva, que provoca carreamento de minerais solúveis, como fósforo, cálcio, nitrogênio, etc. (4) Remoção pela água percolante de materiais presentes no solo. Nem sempre se verifica penetração dos micronutrientes nas camadas imediatas do solo, porquanto a lixiviação é processo superficial. A lixiviação ocorre particularmente em solos despidos de cobertura vegetal, por ação das águas pluviais e fluviais. É considerada como fator empobrecedor do solo.
publicado por LUCIANO às 22:57
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LIXÃO

Lixão
Local onde o lixo é simplesmente despejado no solo, sem qualquer tratamento, causando poluição do solo, do ar e da água. (2) Área em que está localizado um depósito de lixo sem qualquer cuidado com o meio ambiente e com a saúde pública. (3) Forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que consiste na descarga do material no solo sem qualquer técnica ou medida de controle. Este acúmulo de lixo traz problemas como a proliferação de vetores de doenças (ratos, baratas, moscas, mosquitos, etc.), a geração de odores desagradáveis e a contaminação do solo e das águas superficiais e subterrâneas pelo chorume. Além disso, a falta de controle possibilita o despejo indiscriminado de resíduos perigosos, favorecendo a atividade de catação e a presença de animais domésticos que se alimentam dos restos ali dispostos.
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publicado por LUCIANO às 22:54
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LITORAL - THE COAST

Litoral
Faixa de terra emersa, banhada pelo mar (GUERRA, 1976). (2) É toda a região que se situa entre a plataforma continental e as áreas sob a influência da maré mais (mangues, bancos de espartina, praias, costões, estuários etc.). A faixa litorânea é, portanto, sujeita a diferentes medidas e amplitudes, sendo sua ocupação objeto de critérios e normas específicas. Em termos gerais, é a região costeira, beira-mar (ACIESP, 1980). (3) Extensão no fundo do mar ou lago até a profundidade alcançada pela ação da luz e das ondas. No mar, é a zona geralmente entre o nível da maré alta e os duzentos metros, aproximadamente, o limite da plataforma continental. Nos lagos, alcança próximo de uma profundidade de dez metros (CARVALHO, 1981).
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publicado por LUCIANO às 22:50
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LISTA DE PATRIMÔNIO MUNDIAL EM PERIGO - LIST OF WORLD-WIDE PATRIMONY IN DANGER

Lista de Patrimônio Mundial em Perigo
Lista elaborada pelo Centro de Patrimônio Mundial da Unesco (WHC) que inclui monumentos naturais ou construídos que estão sob risco; em 1999, o Parque Nacional do Iguaçu foi inscrito na Lista dos P - Patrimônios Mundiais em Perigo, em função da reabertura da Estrada do Colono, que divide a área e provoca graves problemas ambientais.
publicado por LUCIANO às 22:47
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LIMNOLOGIA

Limnologia
Termo criado em 1892 pelo suíço F. A. Forel, para designar a aplicação dos métodos de oceanografia ou da oecanologia às águas estagnadas continentais (lagos). À limnologia interessam, portanto, todos esses fatores da vida nas águas estagnadas. Entretanto, o I CONGRESSo Internacional de Limnologia, realizado em Kiel, em 1922, propôs designar sob o termo limnologia a ciência da água doce, aplicando-se ela ao conjunto de águas continentais ou interiores, separadas do mundo oceânico (LEMAIRE & LEMAIRE, 1975). (2) Estudo dos corpos d'água doce, abrangendo o conjunto de águas continentais ou interiores separadas do mundo oceânico, nos aspectos físicos, químicos, biológicos e meteorológicos. (3) A Limnologia é uma ciência de grande alcance social uma vez que fornece inúmeros subsídios para a conservação, o manejo e a recuperação dos ecossistemas aquáticos continentais. Desde o início da ciência Limnologia, os estudos ecológicos com de comunidades de macroinvertebrados bentônicos tiveram um papel importante na classificação do estado trófico de lagos e rios (Glossário Libreria, 2003).
publicado por LUCIANO às 22:42
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LICENÇA AMBIENTAL - AMBIENT LICENSE

Licença ambiental
Autorização dada pelo poder público para uso de um recurso natural. (2) Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, observadas as diposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso para impedir ou mitigar os possíveis danos dela advindos. (3) Ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente, estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental (Resolução CONAMA 237/97). (4) Estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais considerados efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação e/ou modificação ambiental; o processo de licenciamento está dividido em três etapas: licença prévia, de instalação e de operação.
publicado por LUCIANO às 22:39
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LICENCIAMENTO AMBIENTAL - AMBIENT LICENSING

Licenciamento ambiental
Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as diposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso (Resolução CONAMA 237/97). (2) Procedimento administrativo que licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação e/ou modificação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso; no Paraná, o licenciamento é feito pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). (3) Instrumento de política e gestão ambiental de caráter preventivo. Conjunto de leis, normas técnicas e procedimentos administrativos que consustanciam, na forma de licenças, as obrigações e responsabilidades do Poder Público e dos empresários, com vistas à autorização para implantar, ampliar ou inciar a operação de qualquer empreendimento potencial ou efetivamente capaz de causar alterações no meio ambiente, promovendo sua implantação de acordo com os princípios do desenvolvimento sustentável (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 22:36
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LEI DE BIOSSEGURANÇA

Lei de biossegurança
Lei que estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização no uso das técnicas de engenharia genética na construção, cultivo, manipulação, transporte, comercialização, consumo, liberação e descarte de organismo geneticamente modificado, visando a proteger a vida e a saúde do homem, dos animais e das plantas, bem como o meio ambiente.
publicado por LUCIANO às 22:33
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LATERIZAÇÃO

Laterização
Processo de intemperismo próprio de climas quentes e úmidos que culmina na formação de laterito. Na laterização, a sílica e os catiônios são lixiviados com conseqüente concentração de sesquióxidos de Fe e Al, os aniônios sendo fixados pelo clóide mineral. Os solos originados por este processo são chamados lateríticos. Quando a laterização é quase total, o solo se chama laterito. Após desidratação, originam-se crostas, cangas e concreções limoníticas (ricas em Fe2O3) e bauxitos (ricos em Al2O3).
publicado por LUCIANO às 22:30
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LAGUNA - LAGOON

Laguna
Bacia litoral de águas quietas, separada do mar apenas por uma restinga de areia e com o qual mantém comunicação intermitente. (2) São ecossistemas formados em depressões, abaixo do nível do mar, e dele separados por cordões litorâneos. Esses cordões podem isolá-lo totalmente do oceano, formando lagunas fechadas ou semi-fechadas, ou simplesmente permanecem em contato permanente com o mar, através de canais ( AZEVEDO apud CEUFF, 1984). (2) Depressão contendo água salobra ou salgada, localizada na borda litorânea. A separação das águas da laguna das do mar pode se fazer por um obstáculo mais ou menos efetivo, mas não é rara a experiência de canais, pondo em comunicação as duas águas. Na maioria das vezes, se usa erradamente o termo lagoa, ao invés de laguna (GUERRA, 1978).
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publicado por LUCIANO às 22:27
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LAGOA DE OXIDAÇÃO - OXIDATION LAGOON

Lagoa de oxidação
Um lago artificial no qual dejetos orgânicos são reduzidos pela ação das bactérias. Às vezes, introduz-se oxigênio na lagoa para acelerar o processo (The World Bank, 1978). (2) Lagoa contendo água residuária bruta ou tratada em que ocorre estabilização anaeróbia e/ou aeróbia (CARVALHO, 1981). (3) Estrutura para tratamento de esgoto pela oxidação lenta dos efluentes por ação bacteriana.
publicado por LUCIANO às 22:25
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LAGOA DE MATURAÇÃO - MATURATION LAGOON

Lagoa de maturação
Lagoa usada como refinamento do tratamento prévio efetuado em lagoas ou outro processo biológico, reduzindo bactérias, sólidos em suspensão, nutrientes, porém uma parcela negligenciável de DBO (ABNT, 1973).
publicado por LUCIANO às 22:22
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LAGOA DE ESTABILIZAÇÃO - STABILIZATION LAGOON

Lagoa de estabilização
Lagoa artificial, para onde é canalizado o esgoto após passar por um pré-tratamento que retira a areia e a matéria sólida não degradável (plásticos, madeira, borracha, etc.). No interior das lagoas, o esgoto passa por uma série de etapas de depuração - com tempo de retenção ou permanência calculada - que simulam o processo que ocorreria naturalmente num rio. (2) Lagoa contendo água residuária bruta ou tratada em que ocorre estabilização anaeróbia e/ou aeróbia. (3) Processo de tratamento de efluentes domésticos ou industriais, realizado em duas etapas: decomposição dos dejetos por processos aeróbicos, no fundo da lagoa; estrutura que retém a água servida para sedimentação, decomposição de matéria orgânica ou redução do nível de odor; um dos processos mais baratos para tratar o esgoto convencional, com alguns inconvenientes, poque exige grandes áreas e é demorado.
publicado por LUCIANO às 20:48
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LAGOA ANAERÓBIA - ANAEROBIC LAGOON

Lagoa anaeróbia
Lagoa de oxidação em que o processo biológico é predominantemente anaeróbio. Nestas lagoas, a estabilização não conta com o curso do oxigênio dissolvido, de maneira que os organismos existentes têm de remover o oxigênio dos compostos das águas residuárias, a fim de retirar a energia para sobreviverem. É um processo que a rigor não se pode distinguir daquele que tem lugar nos tanques sépticos (CARVALHO, 1981).
publicado por LUCIANO às 20:46
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LAGOA AERÓBIA

Lagoa aeróbia
Lagoa de oxidação em que o processo biológico de tratamento é predominantemente aeróbio. Estas lagoas têm sua atividade baseada na simbiose entre algas e bactérias. Estas decompõem a matéria orgânica produzindo gás carbônico, nitratos e fosfatos que nutrem as algas, que pela ação da luz solar transformam o gás carbônico em hidratos de carbono, libertando oxigênio que é utilizado de novo pelas bactérias e assim por diante (CARVALHO, 1981).
publicado por LUCIANO às 20:42
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JARDINS BOTÂNICOS - BOTANICAL GARDENS

Jardins botânicos
Unidades de conservação que visam à preservação e propagação de espécies da flora e também à educação do público visitante dessas áreas. Atuam na manutenção dos processos ecológicos e sistemas vitais essenciais, preservação da diversidade genética e apoio à utilização sustentável das espécies vegetais e dos ecossistemas nos quais ocorrem.
publicado por LUCIANO às 20:40
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ISO 9000

ISO 9000
Conjunto de normas voltadas à padronização da qualidade de produto não importando o tipo de atividade, o tamanho ou o caráter, público ou privado; abrange quatro grupos de normas: 9001; 9002; 9003 e 9004.
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publicado por LUCIANO às 20:37
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ISO 14000

ISO 14000
Conjunto ou série de normas da ISO, de caráter voluntário, que visa a sistematizar os princípios de gestão ambiental nas empresas. Baseada numa precursora inglesa, a British Standard - BS-7750 - teve, em relação a esta, sua abrangência expandida e sua especificidade minimizada, de forma a ser aceita em todo o mundo. As normas desta série contêm diretrizes relativas às seguintes áreas: sistemas de gestão ambiental, auditorias ambientais, rotulagem ambiental, avaliação de desempenho ambiental e análise de ciclo de vida. (2) Conjunto de normas voltadas para a gestão ambiental do empreendimento, isto é, as práticas voltadas para minimizar os efeitos nocivos ao ambiente causados pelas suas atividades.
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publicado por LUCIANO às 20:35
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ISO (International Organization for Standardization)

ISO (International Organization for Standardization)
Organização Internacional de Padronização, formada pelos representantes de mais de 120 países. Organização fundada em 1947 e sediada em Genebra, Suíça. É responsável pela elaboração e difusão de normas internacionais em todos os domínios de atividades, exceto no campo eletro-eletrônico, que é de reponsabilidade da IEC (International Eletrotechnical Commission). Dentre as centenas de normas elaboradas pela ISO, de interesse para área ambiental são a série ISO-9000, de gestão da qualidade de produtos e serviços, e a série ISO-14000, de sistemas de gestão ambiental. (2) prefixo grego "isos"; marca registrada da International Organization for Standartization, sediada na Suíça; sistema internacional integrado de padronização e metodologia de produção com qualidade.
publicado por LUCIANO às 20:30
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INVERSÃO ATMOSFÉRICA - ATMOSPHERIC INVERSION

Inversão térmica
Condição atmosférica na qual uma camada de ar frio é aprisionada por uma camada de ar quente, de modo que a primeira não pode se elevar. Em ambientes industrializados, a inversão térmica leva à retenção de poluentes nas camadas mais baixas e próximas do solo, podendo ocasionar problemas de saúde. (2) É quando uma camada de ar quente sobreposta a uma camada menos quente impede seriamente a mistura da atmosfera em ascensão vertical e os poluentes se acumulam na camada de ar aprisionada junto à superfície da terra (EHRLICH & EHRLICH, 1974). (3) Diz-se que está se processando uma inversão térmica quando a temperatura passa a aumentar com a altura, inversamente ao que ocorre em condições normais. Este fenômeno coincide quase sempre com os grandes desastres resultantes da poluição atmosférica, ocorrendo sempre nas proximidades do solo (CARVALHO, 1981). (4) Reversão do declínio normal da temperatura, que ocorre quando uma camada de ar mais frio é apanhada próximo ao chão por uma camada de ar mais quente, interrompendo os padrões normais de circulação do ar e provocando níveis altos de poluição.
publicado por LUCIANO às 20:27
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INTEMPERISMO

Intemperismo
Conjunto de processos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas e dos minerais graças à ação de agentes atmosféricos e biológicos. O fator principal da desintegração é a variação de temperatura, que provoca dilatação e contração heterogêneas, ativadas em presença de água e temperaturas inferiores a 0°. Raízes, cristalização de sais, hidratação, etc., também provocam desintegração mecânica. Os fatores da decomposição química são a água (contendo CO2, O2, etc.), os agentes biológicos e seus produtos orgânicos. Pelo intemperismoformam-se minerais novos - estáveis nas condições de superfície - tais como caulim e hidrargilita. O termo final que se origina é o solo. A forma do intemperismo depende muito do clima. Em clima quente e úmido, predomina o intemperismo químico, em clima seco e quente e frio predomina o intemperismo mecânico. (2) Conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas.O uso do termo intemperismo tem sido combatido por certos autores que preferem meteorização, pelo fato de melhor corresponder ao termo inglês weathering (GUERRA, 1978). (3) É a resposta dos materiais que estavam em equilíbrio no interior da litosfera às solicitações da atmosfera, da hidrosfera e talvez, ainda, da biosfera. Ele pode ser mecânico, pela expansão diferencial na superfície e crescimento de cristais estranhos (gelo), ou químico, que tem início na cristalização de sais. Existem, também, ações biológicas, como penetração de raízes e a atividade bacteriana, que dependem da umidade e do calor. Assim todos estes fatores causam a desintegração e modificação das rochas e dos solos. O intemperismo (mecânico e químico) é a primeira etapa da pedogênese (CARVALHO, 1981).
publicado por LUCIANO às 20:24
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INSTRUMENTO DE POLÍTICA AMBIENTAL

Instrumento de política ambiental
Mecanismos de que se vale a Administração Pública para implementar e perseguir os objetivos da política ambiental, podendo incluir os aparatos administrativos, os sistemas de informação, as licenças e autorizações, pesquisas e métodos científicos, técnicas educativas, incentivos fiscais e outras econômicas, relatórios informativos, etc (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 20:22
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INMETRO

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO
Órgatilde;o de normalização do Governo Federal, que possui uma Comissão Técnica de Certificação Ambiental, cuja finalidade é estabelecer a estrutura para o credenciamento de entidades de certificação de sistemas de gestão ambiental, de certificação ambiental, de produtos de auditores ambientais, garantindo a conformidade com as exigências internacionais.
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publicado por LUCIANO às 20:18
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INDICADORES AMBIENTAIS - AMBIENT POINTERS

Indicadores ambientais
Conjunto de espécies, substâncias e grandezas físicas do ambiente, capazes de detectar alterações no ar, água e solo, na medida em que apresentam sensibilidade a essas alterações. (2) Espécies indicadoras são certas espécies que têm exigências biológicas bem definidas e permitem conhecer os meios possuidores de características especiais (DAJOZ, 1973).
publicado por LUCIANO às 16:41
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INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE - SUSTENTABILIDADE POINTER

Indicador de sustentabilidade
Valor que serve de medida do grau de sustentabilidade do uso dos recursos ambientais, dividino-se em três grupos principais: (i) os indicadores de resposta social (que indicam as atividades que se realizam no interior da sociedade - o uso de minérios, a produção de substâncias tóxicas, a reciclagem de material); (ii) os indicadores de pressão ambiental (que indicam as atividades humanas que irão influenciam o estado do meio ambiente - níveis de emssão de substâncias (tóxicas), e (iii) os indicadores de qualidade ambiental (que indicam o estado do meio ambietne - a concentração de metais pesados no solo, os níveis pH nos lagos (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 16:37
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IMPACTOS AMBIENTAIS CUMULATIVOS - CUMULATIVE AMBIENT IMPACTS

Impactos ambientais cumulativos
Impacto ambiental derivado da soma de outros impactos ou de cadeias de impacto que se somam, gerados por um ou mais de um empreendimentos isolados, porém contíguos, num mesmo sistema ambiental. Impacto no meio ambietne resultante do impacto incremental da ação quando adicionada a outras ações passadas, presentes e futuras, razoavelmente previsíveis (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 16:34
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IMPACTO AMBIENTAL - AMBIENT IMPACT

Impacto ambiental
Quaisquer modificações, benéficas ou não, resultantes das atividades, produtos ou serviços de uma operação de manejo florestal da unidade de manejo florestal. (2) Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, diretamente, afetem: (I) a saúde, a segurança e o bem-estar da população; (II) as atividades sociais e econômicas; (III) a biota; (IV) as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; (V) a qualidade dos recursos ambientais (Resolução CONAMA Nº 001 de 23.01.86). (3) Qualquer alteração no sistema ambiental físico, químico, biológico, cultural e sócio-econômico que possa ser atribuída a atividades humanas relativas às alternativas em estudo para satisfazer as necessidades de um projeto (CANTER, 1977). (4) Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam: a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais. (5) Qualquer alteração significativa no meio ambiente - um ou mais de seus componentes - provocada por uma ação humana (FEEMA, 1997).
publicado por LUCIANO às 16:31
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ILHA DE CALOR

Ilha-de-calor
Características meteorológicas de determinada área urbana ou industrial que a distinguem de áreas vizinhas. Em tais áreas geralmente ocorrem temperaturas mais altas, perfis térmicos noturnos menos estáveis junto à superfície do solo, umidades do solo, umidades relativas comparativamente mais baixas. As ilhas-de-calor estão associadas à qualidade do meio e à qualidade-de-vida das populações urbanas. (2) Aumento da temperatura em regiões urbanizadas, provocado pela impermebilização do solo pela pavimentação das ruas e pela concentração de edificações altas; a neblina urbana, misturada com gases poluentes gerados pelo tráfego intenso de veículos que utilizam combustíveis fósseis, capta o calor da pavimentação e dos prédios, elevando a temperatura do ambiente urbano.
publicado por LUCIANO às 16:24
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IBAMA

IBAMA
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, órgão executor da Política de Meio Ambiente em nível nacional. Criado em 1989 (Lei n.° 7735) pela fusão do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA), Superintendência da Borracha (SUDHEVEA) e Superintendência da Pesca (SUDEPE). Regulamentado pelo Decreto n.° 97946, de 11 de julho de 1989.
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publicado por LUCIANO às 16:22
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IAP - INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ

IAP
Instituto Ambiental do Paraná, instituído em 1992; sucessor de instituições cujas origens remontam quase aos tempos da emancipação política do Paraná; o Instituto de Terras, Cartografia e Florestas (ITCF) teve sua origem em 1923 na Inspetoria de Terras e Colonização, passando a Departamento de Geografia, Terras e Colonização, em 1942 e transformando-se na Fundação Instituto de Terras e Cartografia, em 1972; ganhou atribuições relativas à proteção florestal em 1985; em 1992, houve a fusão da Superintendência dos Recursos Hídricos e Meio Ambiente (SUREHMA) e do Instituto de Terrras Cartografia e Florestas (ITCF), dando origem ao atual Instituto Ambiental do Paraná - IAP, hoje vinculado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - SEMA.
publicado por LUCIANO às 16:17
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